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Revista Eletrônica da Virgínia


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Escrito por publicado por Virgínia Meirim às 18:57:53
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Escrito por publicado por Virgínia Meirim às 16:37:36
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Escrito por publicado por Virgínia Meirim às 16:24:09
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A SERPENTE E O VAGALUME

    Havia, certa vez, uma serpente que ocupava todo o seu tempo perseguindo um brilhante vaga-lume, para matá-lo e devorá-lo.  O pobre inseto não entendia o motivo de tanta perseguição e fugia, fugia, fugia.

   Um dia, cansado de tanto correr, entregou-se à sua inimiga, mas pediu, antes, que lhe fosse permitido fazer três perguntas. A serpente, respondeu que não gostava muito deste tipo de concessão, mas concordou.

   Disse o vaga-lume:

   _ Eu faço parte da sua cadeia alimentar?

   _ Não.

   _ Eu fiz alguma coisa a você?

   _ Não.

   _ Então, serpente, porque você quer me matar?!?!? 

   E a serpente:

    _ Porque eu não suporto ver você brilhar!!!

                     

 

                                                                             



Categoria: Belos textos
Escrito por publicado por Virgínia Meirim às 08:02:47
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O VELHO FAZENDEIRO

      Um velho fazendeiro tinha um bonito lago em sua enorme fazenda.   Depois de muito tempo sem ir ao local, decidiu dar uma olhada geral para ver se estava tudo em ordem.
      Pegou um balde para aproveitar o passeio e trazer umas frutas existentes no caminho. 
     Ao aproximar-se do lago, escutou vozes femininas, animadas, se divertindo. 
Chegando mais perto avistou um bando de jovens mulheres se banhando completamente nuas.
     Ele se fez presente e com isso todas fugiram para a parte mais funda da água. 
     Uma das mulheres gritou:
         _ Não sairemos enquanto o senhor não sair de perto, para bem longe!"
     O velho respondeu:
         _ Eu não vim até aqui para ver vocês nadando ou saindo do lago, nuas! 
     Levantando o  balde, ele disse: "
         _ Eu só vim dar comida ao jacaré..."
 
MORAL DA HISTÓRIA
 Experiência, idade e esperteza sempre triunfarão sobre a juventude e o entusiasmo.
 



Categoria: Belos textos
Escrito por publicado por Virgínia Meirim às 08:00:48
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Há Professores e há Educadores...

                                 MARCAS DE BATON NO BANHEIRO                                  

        Em uma escola pública estava ocorrendo uma situação inusitada:

         Uma turma de meninas de 12 anos que usavam batom todos os dias removiam o excesso beijando o espelho do banheiro.

         O diretor andava bastante aborrecido, porque o zelador tinha um trabalho enorme para limpar o espelho ao final do dia.

         Mas, como sempre, na tarde seguinte, lá estavam as mesmas marcas de batom...

         Um dia o diretor juntou o bando de meninas e o zelador no banheiro, explicou pacientemente que era muito complicado limpar o espelho com todas aquelas marcas que elas faziam.

          Depois de uma hora falando, pediu ao zelador para demonstrar a dificuldade do trabalho.

          O zelador imediatamente pegou um pano, molhou no vaso sanitário e passou no espelho.

          Nunca mais apareceram marcas no espelho!...

                                                                                                           

 MORAL DA HISTÓRIA

Às vezes é preciso usar a criatividade para resolver o problema.



Categoria: Belos textos
Escrito por publicado por Virgínia Meirim às 07:59:05
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Nosso Detentos

       Fico me perguntando que mal terei feito à Deus para testemunhar a falência do sistema penitenciário e a assunção, em grande estilo, da marginalidade neste país.

      O problema não é o pagamento de impostos.  As contas públicas, ainda que sobretaxadas, são obrigação de todo cidadão.

     O que me causa torpor é ver o meu dinheiro, ganho com trabalho honesto, ser usado para facilitar regalias nas prisões.

     Causa-me revolta ver bandidos de alta periculosidade cumprindo suas penas ociosos, usando drogas, jogando cartas e com direito a visitas e íntimas e  “tomar sol no pátio”.  Trata-se do meu, do nosso dinheiro, garantindo estas bandalhas.

     Fico me perguntando ainda porque a reforma penitenciária não chega. Porque não detona esta instituição equivocada e não remaneja estes meliantes para o campo, lugar onde, acorrentados, cuidariam da horta e dos rebanhos para alimentar pessoas de boa índole, homens que se dedicam a atividades laborativas, quase sempre por salários irrisórios e sem direito à melhor qualidade de vida.

     Nossos presos nas condições em que se encontram não se recuperam socialmente.  O tratamento a eles destinado não está direcionado para tal. Isto é fato.  Nas penitenciárias apenas adiam o tempo em que voltarão às ruas, aos morros, para (re)assumir sua vida marginal.

     Já pensei um dia que a pena capital pudesse ser a solução.  Mudei de idéia. Primeiro, por questões religiosas. Depois por perceber que resolveria o problemas deles, mas não o nosso.  A morte trágica para estas pessoas não tem o mesmo impacto que para nós.  Aprendem a lidar com ela com naturalidade, como a única certeza dentro da vida que escolheram.  Na verdade, fica apenas a dor das famílias, estas sim, cruelmente penalizadas.

     O trabalho, contudo, pode ser um verdadeiro martírio para quem escolhe a vida fácil.  Trabalhar em prol dos outros pode ser um castigo de proporções inigualáveis para quem não respeita a vida humana.

     Acordar na madrugada, banhar-se em águas geladas, ordenhar, passar o dia arando a terra, planta e colher podem tornar-se tarefas árduas para quem está acostumado a matar e a roubar para ter o que deseja.

     Nosso país é pleno de terras férteis.  Nossas prisões estão repletas de bandidos.  Falta a vontade política, o “animus operandi”  para encontrar o elo que pode reverter esta situação.

     Na concepção dos homens de Bem não pode existir coisa pior do que viver à margem da Lei. Na concepção dos criminosos nada pior do que o trabalho honesto.

     Resta-nos impor isto a eles.

     Virgínia Meirim

 



Escrito por publicado por Virgínia Meirim às 07:57:21
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Crônica de um mau exemplo

Dionísia é uma mulher preta que chegou aonde não consegue chegar a maioria das mulheres pretas deste país: tornou-se oficial das Forças Armadas e, conseqüentemente, galgou a posição social que deriva desta ascensão funcional. Ops! mulher preta?! já estou ouvindo ativistas de plantão e ONGs anti-racismo querendo me fritar em praça pública. Antes que se precipitem em discursos inflamados e, por certo até agressivos, faço questão de explicar que não há sequer um sinal de preconceito racial nesta minha assertiva. Ora,  se dos indivíduos brancos, por exemplo, dizemos que a cor da sua pele é “branca”, dos amarelos que a cor é “amarela” e a dos vermelhos é “vermelha” o que há de ofensivo em dizer que a cor da pele dos indivíduos pretos  é “preta”?  Trata-se de uma condição biológica, étnica ou o nome que se queira dar. Não há, portanto, qualquer intenção de manifestação racista em se chamar de “mulher preta” aquela que tem a pele preta, da mesma forma que não há quando nos referimos à “mulher branca” aquela que tem a pele branca. Nada mais simples, nada mais óbvio. Mas quando uma mulher preta chega à posição social em que chegou Dionísia a estória é outra. Afinal, ser mulher, preta e oficial das Forças Armadas em um país como o nosso, de herança escravocrata e machista, convenhamos, é muita coisa. E Dionísia percebeu isto. Alguém duvida que as mulheres pretas deste país ainda caminham a passos lentos em direção a uma posição de respeito? Por favor, deixem a hipocrisia e o coração sobre a mesa e usem apenas o cérebro. Olhem à sua volta, procurem em jornais, revistas, nas suas relações familiares, de vizinhança e de trabalho e enumerem quantas mulheres pretas conhecem que estejam em condições de igualdade com Dionísia. Quantas?  Talvez nenhuma... E quando encontrarem, certamente, esta mulher será tratada mais como uma aberração social do que como regra geral. Neste Brasil de eufemismos, que chama o indivíduo preto de “escurinho”, como se ser preto fosse defeito ou desvio de caráter, a mulher preta está, na maioria das vezes, fadada a mostrar a bunda no carnaval ou trabalhar como empregada doméstica. Isto é uma verdade. Mesmo quando a mulher preta alcança visibilidade, se afirma socialmente e, por exemplo, torna-se governadora ou uma atleta reconhecida mundialmente, ainda assim, este fato será sempre visto e exaltado como exceção. O único problema é como a mulher preta de boa posição social vai lidar com esta nova condição. Há aquelas que, a despeito de reconhecerem este nosso racismo maquiado, seguem em atitudes dignas, humildes sem subserviência, sendo exemplo de luta e sucesso para as suas companheiras de cor. São as mulheres pretas de bom caráter, coisa muito diferente e muito mais valiosa do que uma condição biológica ou de etnia. Por isto volto agora a falar de Dionísia. Ela subiu, “deu certo”, mas fez disto uma arma, uma ferramenta de vingança. Disfarçada de oficial competente traz em seus olhos um ressentimento inequívoco e se esforça em manter um porte muito mais de arrogância do que de altivez. Faz lobby de si mesma, julga-se a oitava maravilha do mundo, a quintaessência...Com seus gestos sempre contidos, o hábito de olhar as pessoas do alto, o nariz empinado, tenta esconder uma mágoa óbvia, que nunca conseguiu superar: nasceu mulher e preta. Suas chances não eram muitas. Dionísia teve necessidade de reverter esta situação. Não tem beleza física, não é simpática, não tem carisma, não tem bunda bonita e não quis ser empregada doméstica. Não hesitou, portanto, em escolher o caminho do autoritarismo e da prepotência. Daí a sua opção pelas Forças Armadas, o lugar “mais fácil” de se fazer respeitada, ainda que pela força ou pelo poder. Em qualquer outra situação precisaria mostrar muito mais competência e talento do que realmente tem ou não conseguiria projeção. Dionísia deu a sua “volta por cima” e em sua trajetória funcional não poupa esforços em prejudicar, punir, aviltar e humilhar seus subordinados. Segue avaliando as pessoas segundo seus próprios critérios, não é fraterna, vive em eterno conflito para  mostrar uma bondade que nem conhece!. Se nesta nação as mulheres pretas fossem tratadas com mais respeito talvez Dionísia ainda tivesse salvação. Não casou, não teve filhos, sente uma vontade incontrolável de ter e exercer poder. Seu problema é muito mais de formação moral do que de cor, mas ela não percebe isto. Justamente porque é uma questão moral. Costumo citar Vladimir Jirinovisky referindo-se à Condoleezza Rice: “ Dionísia é uma mulher muito cruel, que sente falta de atenção masculina. Se não arrumou nenhum homem até agora, não vai arrumar mais”. Hoje está onde queria estar mas não está sabendo aproveitar a oportunidade de se tornar uma pessoa melhor. Falta-lhe coragem moral.

Virgínia Meirim

 



Categoria: Meus textos
Escrito por publicado por Virgínia Meirim às 07:49:10
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Escrito por publicado por Virgínia Meirim às 07:42:50
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Reclamando da vida?

Você é desses ou dessas que anda por aí reclamando da vida?  Pois, saiba que há coisas muito piores além deste seu mundinho "arco-íris".

Levante da cama ou tire a bunda da cadeira e comece a agir. A tendência é que o mundo piore mais e mais. Fatalmente, vai acabar sobrando para você.  Ah!, vai....não tenha dúvidas!

Olhe o que acontece por aí enquanto VOCÊ vive a se lamentar das "vicissitudes"  da sua vidinha meio-burguesa:

 

 

 



Categoria: Meus textos
Escrito por publicado por Virgínia Meirim às 07:38:53
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A CIDADE DOS RESMUNGOS

A CIDADE DOS RESMUNGOS

Era uma vez um lugar chamado Cidade dos Resmungos,
onde todos resmungavam, resmungavam, resmungavam.

No verão, resmungavam que estava muito quente.
No inverno, que estava muito frio.
Quando chovia, as crianças choramingavam porque
não podiam sair.
Quando fazia sol, reclamavam que não tinham
o que fazer.

Os vizinhos queixavam-se uns dos outros,
os pais queixavam-se dos filhos, os irmãos
das irmãs.
Todos tinham um problema, e todos reclamavam
que alguém deveria fazer alguma coisa.

Um dia chegou à cidade um mascate carregando
um enorme cesto às costas.

Ao perceber toda aquela inquietação e choradeira,
pôs o cesto no chão e gritou:

- Ó cidadãos deste belo lugar!
Os campos estão abarrotados de trigo, os pomares
carregados de frutas.
As cordilheiras estão cobertas de florestas espessas,
e os vales banhados por rios profundos.

Jamais vi um lugar abençoado por tantas conveniências
e tamanha abundância.
Por que tanta insatisfação?
Aproximem-se, e eu lhes mostrarei o caminho
para a felicidade.

Ora, a camisa do mascate estava rasgada e puída.
Havia remendos nas calças e buracos nos sapatos.
As pessoas riram que alguém como ele pudesse
mostrar-lhes como ser feliz.

Mas enquanto riam, ele puxou uma corda comprida
do cesto e a esticou entre os dois postes
na praça da cidade.

Então segurando o cesto diante de si, gritou:

- Povo desta cidade! Aqueles que estiverem
insatisfeitos escrevam seus problemas num pedaço
de papel e ponham dentro deste cesto.

Trocarei seus problemas por felicidade!

A multidão se aglomerou ao seu redor.
Ninguém hesitou diante da chance de se livrar
dos problemas.

Todo homem, mulher e criança da vila rabiscou
sua queixa num pedaço de papel e jogou no cesto.

Eles observaram o mascate pegar cada problema
e pendurá-lo na corda.

Quando ele terminou, havia problemas tremulando
em cada polegada da corda, de um extremo a outro.

Então ele disse:

Agora cada um de vocês deve retirar desta linha mágica
o menor problema que puder encontrar.

Todos correram para examinar os problemas.
Procuraram, manusearam os pedaços de papel
e ponderaram, cada qual tentando escolher
o menor problema.

Depois de algum tempo a corda estava vazia.

Eis que cada um segurava o mesmíssimo problema
que havia colocado no cesto.

Cada pessoa havia escolhido os seu próprio problema,
julgando ser ele o menor da corda.

Daí por diante, o povo daquela cidade deixou
de resmungar o tempo todo.

E sempre que alguém sentia o desejo de resmungar
ou reclamar, pensava no mascate e na sua corda mágica.

Extraído de O Livro das virtudes II
– O Compasso Moral, William J. Bennett


Escrito por publicado por Virgínia Meirim às 07:25:34
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sobre o Espiritismo

O Espiritismo  NUNCA ensinou ou promoveu a prática  do mal e jamais o deseja a alguém. Ao contrário, o Espiritismo SEMPRE estimula, orienta e TRABALHA para o PROGRESSO MORAL  da Humanidade.

 

Que há de errado em se exaltar a “PAZ e o AMOR” para a Humanidade e para os iguais perante Deus?  Absolutamente NADA!

 

O Espiritismo tem entre os seus preceitos fundamentais a tolerância e a fraternidade e, principalmente,  entende que todo indívíduo tem o DIREITO LEGÍTIMO de fazer suas escolhas religiosas e jamais ser ofendido por aqueles que nãos as aprovam.

Infelizmente, ainda há muita falta de informação. O preconceito e as ofensas morais que sofremos por parte daqueles que não aceitam ou não acreditam  são totalmente contrários à Leis Divinas e aos ensinamentos do Cristo. Se há alguém que não segue as orientações do Criador com certeza não somos nós, os espíritas.

 

 

Virgínia Meirim



Categoria: Doutrina Espírita
Escrito por publicado por Virgínia Meirim às 07:24:06
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Prece de um índio Navajo

Prece de um índio Navajo
"SENHOR, NÃO ME DEIXE JULGAR UM HOMEM SEM QUE EU TENHA ANDADO DURANTE DUAS LUAS COM SEUS MOCASSINS" 
 



Categoria: Belos textos
Escrito por publicado por Virgínia Meirim às 07:22:00
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Escrito por publicado por Virgínia Meirim às 07:20:42
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Partida e Chegada

Um dos mais belos textos que recebi do meu amigo WILSON PRADO
PARTIDA E CHEGADA



Quando observamos, da praia, um veleiro a afastar-se da costa, navegando mar adentro, impelido pela brisa matinal, estamos diante de um espetáculo de beleza rara.

O barco, impulsionado pela força dos ventos, vai ganhando o mar azul e nos parece cada vez menor.
Não demora muito e só podemos contemplar um pequeno ponto branco na linha remota e indecisa, onde o mar e o céu se encontram.

Quem observa o veleiro sumir na linha do horizonte, certamente exclamará: "já se foi".
Terá sumido? Evaporado?
Não, certamente. Apenas o perdemos de vista.
O barco continua do mesmo tamanho e com a mesma capacidade que tinha quando estava próximo de nós.

Continua tão capaz quanto antes de levar ao porto de destino as cargas recebidas.
O veleiro não evaporou, apenas não o podemos mais ver. Mas ele continua o mesmo.

E talvez, no exato instante em que alguém diz: já se foi", haverá outras vozes, mais além, a afirmar: "lá vem o veleiro".
Assim é a morte.

Quando o veleiro parte, levando a preciosa carga de um amor que nos foi caro, e o vemos sumir na linha que separa o visível do invisível dizemos: "já se foi".

Terá sumido? Evaporado?
Não, certamente. Apenas o perdemos de vista.
O ser que amamos continua o mesmo. Sua capacidade mental não se perdeu.
Suas conquistas seguem intactas, da mesma forma que quando estava ao nosso lado.

Conserva o mesmo afeto que nutria por nós. Nada se perde, a não ser o corpo físico de que não mais necessita no outro lado.
E é assim que, no mesmo instante em que dizemos: já se foi", no mais além, outro alguém dirá feliz: "já está chegando".

Chegou ao destino levando consigo as aquisições feitas durante a viagem terrena.
A vida jamais se interrompe nem oferece mudanças espetaculares, pois a natureza não dá saltos.

Cada um leva sua carga de vícios e virtudes, de afetos e desafetos, até que se resolva por desfazer-se do que julgar desnecessário.
A vida é feita de partidas e chegadas. De idas e vindas.

Assim, o que para uns parece ser a partida, para outros é a chegada.
Um dia partimos do mundo espiritual na direção do mundo físico; noutro partimos daqui para o espiritual, num constante ir e vir, como viajores da imortalidade que somos todos nós.

Pense nisso!


(autor desconhecido)



Escrito por publicado por Virgínia Meirim às 06:44:04
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Escrito por publicado por Virgínia Meirim às 06:41:50
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Categoria: Notícias e Eventos
Escrito por publicado por Virgínia Meirim às 06:04:02
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Escrito por publicado por Virgínia Meirim às 05:37:46
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Obrigada por sua visita!



Escrito por publicado por Virgínia Meirim às 05:18:42
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Willian Shakespeare

"Há quedas que provocam ascensões maiores".   W. Shakespeare



"Atiramos o passado ao abismo - mas não nos inclinamos para ver se está bem morto."  

W. Shakespeare



Categoria: Belos textos
Escrito por publicado por Virgínia Meirim às 04:55:52
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sobre a caridade

Na caridade não há excessos.

Francis Bacon



Escrito por publicado por Virgínia Meirim às 04:49:46
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É sempre bom lembrar

Muitas vezes nossos erros nos beneficiam mais do que nossos
acertos. 

As façanhas enchem o coração de presunção perigosa; os
erros obrigam o homem a recolher-se em si mesmo e devolvem-lhe
aquela prudência de que os sucessos o privaram.


Fénelon, Telêmaco



Categoria: Belos textos
Escrito por publicado por Virgínia Meirim às 04:47:07
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Carolina, minha sobrinha-afilhada querida

 

                                                                        

 

Carol é o brinquedo preferido do baú de brinquedos, a música mais bonita do cd, o pedaço de bolo com mais recheio, a menina mais linda da festa, a melhor partida de vôlei, a piada mas divertida, o sorriso mais sincero.
Carol é alegria sempre, bom-humor contagiante. Sabe fazer e conservar amigos, é leal.
Tenho um orgulho enorme de ser sua tia-madrinha e descobrir que aquela bebezinha fofinha escolheu o caminho certo, é uma pessoa do Bem e para o Bem.
Querida sobrinha-afilhada, tudo o que posso fazer é agradecer a Deus por tê-la me dado de presente, pedir a Ele que siga orientando seus passos e desejar a você o que há de melhor nesta vida.
Viva Carol! 

 

 

 
 
 
 
 
 


Escrito por publicado por Virgínia Meirim às 04:37:47
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Ante o Ofensor

Ante o Ofensor

Livro: Atenção
Emmanuel & Francisco Cândido Xavier

    Aquele que nos fere terá assumido, aos nossos olhos, a feição de inimigo terrível.

    No entanto, o Divino Mestre que tomamos por guia de nosso pensamento e conduta, determina venhamos a perdoá-lo setenta vezes sete.

    ***

    Por outro lado, as ciências psicológicas da atualidade, absolutamente concordes com Jesus, asseveram que é preciso desinibir o coração de quaisquer ressentimentos e e estabelecer o equilíbrio na governança de nossas potências mentais a fim de que a tranquilidade se nos expresse na existência em termos de saúde e harmonia.

    Como, porém, realizar semelhante feito?

    Entendendo-se que a compreensão não é fruto de afirmativas labiais, é forçoso reconhecer que o perdão exige operações profundas nas estruturas da consciência.

    ***

    Se um problema desse nos aflora o cotidiano, - a nós, os que aspiramos seguir o Cristo, - pensemos primeiramente em nosso opositor na condição de filho de Deus, tanto quanto nós, e situando-nos no lugar dele, imaginemos em como estimaríamos que a Lei de Deus nos tratasse, em circunstâncias análogas.

    De imediato observaremos que Deus está em nosso assunto desagradável tanto quanto um pai amoroso e sábio se encontra moralmente na contenda dos filhos.

    Então, à luz do sentimento novo que nos brotará do ser, examinaremos expontaneamente até que ponto teremos ditado o comportamento do adversário para conosco.

    ***

    Muito difícil nos vejamos com alguma parte de culpa nos sucessos indesejáveis de que nos fizemos vítimas, mas ao influxo da Divina Providência, a cujo patrocínio recorremos, ser-nos-á possível recordar os nossos próprios impulsos menos felizes, as sugestões delituosas que teremos lançado a esmo, as pequenas acusações indébitas e as diminutas desconsiderações que perpetramos, às vezes, até impensadamente, sobre o companheiro que não mais resistiu à persistência de nossas provocações, caindo, por fim, na situação de inimigo perante nós outros.

    Efetuando o auto-exame, a visão do montante de nossas falhas não mais nos permitirá emitir qualquer censura em prejuízo de alguém.

    Muito pelo contrário, proclamaremos, de pronto, no mundo íntimo, a urgente necessidade da Misericórdia Divina para o nosso adversário e para nós.

    Então, não mais falaremos no singular, diante daquele que nos fere: - " eu te perdôo" e sim, perante qualquer ofensor com que sejamos defrontados no caminho da vida, diremos sinceramente a Deus em oração:

    - "Pai de Infinita Bondade, perdoai a nós dois."

 
Muita Paz
 
Gilberto Adamatti
 
 


Escrito por publicado por Virgínia Meirim às 04:11:01
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Categoria: Notícias e Eventos
Escrito por publicado por Virgínia Meirim às 04:04:38
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Escrito por publicado por Virgínia Meirim às 04:01:37
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Parentes e Companheiros

Parentes e Companheiros

Livro: No Portal da Luz
Emmanuel & Francisco Cândido Xavier
    Por mais nos queixemos de familiares ou amigos deficientes que nos causam prejuízo ou decepção, amargura ou desalento, somos forçados a perceber que possuímos neles os reflexos de nós próprios.
    Quando afastados da experiência física, por força de desencarnação, encontramos, além do mundo, os resultados de nossos erros, permeando-nos os acertos.
    Raramente qualquer de nós encerra o balanço de uma existência terrestre com todos os compromissos equacionados. Desse modo, somos recorporificados no berço humano para retomar o curso dos problemas que desencadeamos no caminho dos outros, a fim de resolvê-los.
    Aceita os parentes enigmas e os companheiros-testes, à feição dos credores com que a Justiça Divina te promove o aperfeiçoamento e a tranqüilidade.
    A perda do corpo físico não exonera o espírito imortal das obrigações que haja contraído, tanto quanto o desgaste da veste não apaga a dívida de um homem, dívida que ele assume em plenitude de responsabilidade individual.
    A esposa ou a filha desajustadas, via de regra, são as irmãs que, um dia, atiraste ao desrespeito de si próprias e o marido ou o filho que te retalham a alma, a rigor, são aqueles mesmos companheiros que lançaste ao malogro das esperanças mais caras.
    A penúria de hoje é a conseqüência da cobiça de ontem.
    A doença de agora vem do excesso de antes.
    Renteando com qualquer pessoa que te faça sofrer, exerce paciência e compreensão, auxílio e bondade.
    Nós mesmos somos induzidos pela própria consciência, sequiosa de felicidade e elevação, a extirpar os espinhos que semeamos no solo bendito do tempo e da vida.
    Todo débito tem sistema de resgate e todo resgate solicita execução na forma prevista de pagamento.
    Isso é justo.

     
 
 
Muita Paz
 
Gilberto Adamatti
 
 


Escrito por bjo da Vi às 03:20:34
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Engana-se quem pensa que tenho grandes pretensões com este blog.

Não é um diário, não tenho intenções de falar de mim mesma ou de tornar públicas as minhas angústias e alegrias. Minha terapeuta cuida desta parte...

Na verdade é tudo uma grande brincadeira, uma oportunidade de aproveitar a WEB para divulgar textos, fatos, matérias, fotos, notícias enfim, tudo o que me sensibiliza e que me dá prazer em reproduzir para transmitir para os meus amigos e os que passam por aqui em visita. É a multiplicação da informação.

Alguns textos, muito poucos, são meus (não tenho o dom da escrita) mas a idéia principal é fazer um mosaico reunindo tudo o que acho de bom quando navego pelos sítios durante as madrugadas ou recebo por emails de amigos. 

O espaço é interativo e todos aqueles que sentirem vontade de colaborar só precisam enviar suas matérias, devidamente assinadas e fazendo referência à fonte, para o meu email: vi_meirim@hotmail.com

Além disto, obviamente, não faltarão fotos e histórias vividas com meus amigos e pessoas queridas.

E depois de tudo isto, vale lembrar que, para mim, o mais importante aqui ainda será a possibilidade de usar este espaço virtual não apenas por motivos fúteis, mas, pela oportunidade de continuar trabalhando por uma melhor qualidade de vida dos indivíduos e por um planeta pleno de PAZ e LUZ.

É como eu digo: um verdadeiro fuá virtual.

Sejam benvindos. Conto com vocês.

bj da Vi  



Escrito por bjo da Vi às 03:14:40
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