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Revista Eletrônica da Virgínia

Doutrina Espírita



Culto no Lar - dúvidas

Gostaria de saber se quando rezamos em benefício de outros,se, não há problemas em fazer isso em casa ( Ex. orar pelos obsidiados, suicidas,
etc). Os desencarnados pdem entrar em nassa casa e ficar por lá?

Não, a prece em benefício dos outros nunca traz problemas. Pelo contrário,
traz muito benefícios inclusive para quem ora. Os desencarnados sofredores
buscam aqueles que estão em sintonia com eles. Assim, os obsessores ou
suicidas estarão reunidos com outros obsessores e suicidas. Quando você ora
por alguém, pelo contrário, vc atrai a simpatia dos bons espíritos, que
utilizam as suas boas energias para ajudar aqueles irmãos em questão
sofrendo. Sua casa, se vc permanece neste trabalho de oração, torna-se um
lugar de encontro de bons espíritos, que ajudarão inclusive a melhorar o seu
prórpio ambiente doméstico.

 

busca na internet: www.cdvee.org.br




Escrito por Virgínia Meirim às 14:01:20
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Sobre os princípios básicos do Espiritismo

Quais são especificamente os princípios básicos do espiritismo?

Embora não haja uma definição específica dos princípios básicos da Doutrina Espírita (uns falam em 5 pontos, outros em 7, outros ainda em 10), de forma geral nos estudos são citados 5 pontos:

- Existência de Deus
Allan Kardec colocou logo no início de 0 Livro dos Espíritos um capítulo que trata exclusivamente de Deus. Com isso pretendeu significar que o Espiritismo se baseia, em primeiro lugar, na idéia de um Ser Supremo.O Espiritismo, portanto, tem na existência de Deus o princípio maior, que está na própria base desta Doutrina. Sem pretender dar ao homem o conhecimento da Natureza íntima de Deus, permite-se argumentar que prova a Sua existência a realidade palpitante e viva do Universo. Se este existe, há de ter um divino Autor.

- A Existência e a Sobrevivência do Espírito.
Para a Doutrina Espírita, os Espíritos são "os seres inteligentes da criação. Povoam o Universo, fora do mundo material, " É importante esclarecer que a Codificação Espírita emprega a palavra Espírito para
designar os seres humanos desencamados (extracorpáreos). Em contrapartida, usa-se a palavra alma para designar os encarnados. Os Espíritos ou almas representam o elemento inteligente do universo, ou seja, são "a índividualização do princípio inteligente, como os corpos são a individualização do principio material". Após a morte do corpo físico - também chamada desencarnação -, a alma volta a ser Espírito, isto é, "volve ao mundo dos Espíritos, donde se apartara momentaneamente."

- A Reencarnação.
"A alma (Espírito) depois de residir temporariamente no Espaço, renasce na condição humana, trazendo consigo a herança, boa ou má, de seu passado; (..) reaparece na cena terrestre para (..) pagar dívidas que contraiu, conquistar novas capacidades que lhe hão de facilitar a ascensão, acelerar a marcha
para a frente. A lei dos renascimentos explica e completa o princípio da imortalidade" (..)
Não se pode compreender que o Espírito, destinado à perfeição, consiga realizar toda sorte de progresso numa só existência física. Os próprios fatos do dia-a-dia rejeitam tal idéia. "(...) Devemos ver na pluralidade das vidas da alma (do Espírito) a condição necessária de sua educação e de seus progressos. É à custa dos próprios esforças, de suas lutas, de seus sofrimentos, que ela se redime de seu estado de ignorância e de inferioridade e se eleva, de degrau a degrau (..)"

- A pluralidade dos mundos habitados.
A Doutrina Espírita ensina que os globos do Universo podem ser habitados, apesar da não-comprovação da Ciência Oficial: "( ... ) Deus povoou de seres vivos os mundos, concorrendo todos esses seres para o objetivo final da Providência. Acreditar que só os haja no planeta que habitamos fora duvidar da sabedoria de Deus, que não fez coisa alguma inútil. Certo, a esses mundos há de Ele ter dado uma destinação mais séria do que a de nos recrearem a vista. Aliás, nada há, nem na posição, nem no volume, nem na constituição física da Terra, que possa induzir à suposição de que ela goze do privilégio de ser habitada, com exclusão de tantos milhares de milhões de mundos semelhantes."

- A comunicabilidade dos Espíritos.
A comunicabilidade dos Espíritos é feita através da mediunidade, faculdade psíquica que todo ser humano possui, mais ou menos desenvolvida, isto :"( ... ) Todo aquele que sente, num grau qualquer, a influência dos Espíritos é, por este fato, médium. Essa faculdade é inerente ao homem; não constitui, portanto, um privilégio exclusivo. Por isso mesmo, raras são as pessoas que dela não possuem alguns rudimentos ( ... ). Todavia, usualmente, assim só se qualificam aqueles em quem a faculdade medânica se mostra bem caracterizada e se traduz por efeitos patentes, de certa intensidade, o que então depende de uma organização mais ou menos sensitiva."
1998-2006 | CVDEE - Centro Virtual de Divulgação e Estudo do Espiritismo

busca na internet: www.cvdee.org.br




Escrito por Virgínia Meirim às 12:58:16
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Doutrina Espírita

Tu ansiavas pelos dias futuros e te angustiavas na incerteza de como seria esse porvir;

A Doutrina Espírita iluminando-te, esclareceu que tua vida futura é fruto da tua construção, hoje, dos dias de amanhã.

Magoado, tu argüías a Divindade acerca das desilusões e desenganos advindos da falência dos teus mais caros afetos;

A Doutrina Espirita ensinou-te que ressarces junto ao companheiro ingrato e faltoso, pesada dívida do teu passado delituoso.

Entristecido, contemplavas com desânimo os filhos difíceis e recalcitrantes, e perguntavas: por quê?

A Doutrina Espirita, compassiva, respondeu-te que recebeste, como filhos, espíritos que necessitavam educação e amor para não desperdiçarem a oportunidade reencarnatória.

Temeroso, muitas vezes indagaste sobre as religiões e qual seria a verdadeira;

A Doutrina Espirita mostrou-te que a fé raciocinada, que enfrenta a razão face a face, e a religião sem medo ou enganos, que esclarece e educa, respondendo integralmente às tuas dúvidas.

Ainda nesse plano, quantas vezes te afligiste acerca da Justiça Divina, temeroso que eras das penas eternas;

A Doutrina Espirita raiando em ti, clareou-te a 1ógica fazendo-te compreender que através da reencarnação tens a oportunidade, inestimável, de resgatar as dividas do passado e que não estás destinado, assim como ninguém, às penas eternas que, afinal, não existem.

Desse modo, a Doutrina libertou-te para o amor de Deus, nosso Pai amantíssimo, do qual es filho dileto.

Assim, ao longo da tua convivência com a Doutrina Espírita descobriste e vislumbraste novos horizontes, que te libertaram dos atavismos religiosos, enquanto te consola dos temores e aflições pertinentes ao teu intimo.

Sê grato a esta Doutrina de amor, esclarecimento, amparo e consolo.

Honra a Doutrina abençoada, dignificando-a com os teus atos, evitando, por todas as maneiras, retornar aos hábitos displicentes e distraídos do teu passado recente.

Ama a Doutrina Espírita e arrima-te a ela, o Consolador prometido que chegou para ti.

Lar Espírita Chico Xavier - Psicografado por Vera Cohim pelo Espírito Amélia

busca na internet: http://www.cvdee.org.br



Escrito por Virgínia Meirim às 09:38:41
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Joanna de Ângelis

 
 
 
 
 
PERDOAR

    Sim, deves perdoar! Perdoar e esquecer a ofensa que te colheu de surpresa, quase dilacerando a tua paz. Afinal, o teu opositor não desejou ferir-te realmente, e, se o fez com essa intenção, perdoa ainda, perdoa-o com maior dose de compaixão e amor.

    Ele deve estar enfermo, credor, portanto, da misericórdia do perdão.

    Ante a tua aflição, talvez ele sorria. A insanidade se apresenta em face múltipla e uma delas é a impiedade, outra o sarcasmo, podendo revestir-se de aspectos muito diversos.

    Se ele agiu, cruciado pela ira, assacando as armas da calúnia e da agressão, foi vitimado por cilada infeliz da qual poderá sair desequilibrado ou comprometido organicamente. Possivelmente, não irá perceber esse problema, senão mais tarde.

    Quando te ofendeu deliberadamente, conduzindo o teu nome e o teu caráter ao descrédito, em verdade se desacreditou ele mesmo.

    Continuas o que és e não o que ele disse a teu respeito.

    Conquanto justifique manter a animosidade contra tua pessoa, evitando a reaproximação, alimenta miasmas que lhe fazem mal e se abebera da alienação com indisfarçável presunção.

    Perdoa, portanto, seja o que for e a quem for.

    O perdão beneficia aquele que perdoa, por propiciar-lhe paz espiritual, equilíbrio emocional e lucidez mental.

* * *

    Felizes são os que possuem a fortuna do perdão para a distender largamente, sem parcimônia.

    O perdoado é alguém em débito; o que perdoou é espirito em lucro.

    Se revidas o mal és igual ao ofensor; se perdoas, estás em melhor condição; mas se perdoas e amas aquele que te maltratou, avanças em marcha invejável pela rota do bem.

    Todo agressor sofre em si mesmo. E um espírito envenenado, espargindo o tóxico que o vitima. Não desças a ele senão para o ajudar.

    Há tanto tempo não experimentavas aflição ou problema - graças à fé clara e nobre que esflora em tua alma - que te desacostumaste ao convívio do sofrimento. Por isso, estás considerando em demasia o petardo com que te atingiram, valorizando a ferida que podes de imediato cicatrizar.

    Pelo que se passa contigo, medita e compreenderás o que ocorre com ele, o teu ofensor.

    O que te é Inusitado, nele é habitual.

    Se não te permitires a ira ou a rebeldia - perdoarás!

* * *

    A mão que, em afagando a tua, crava nela espinhos e urze que carrega, está ferida ou se ferirá simultaneamente. Não lhe retribuas a atitude, usando estiletes de violência para não aprofundares as lacerações.

    O regato singelo, que tem o curso impedido por calhaus e os não pode afastar, contorna-os ou para, a fim de ultrapassá-los e seguir adiante.

    A natureza violentada pela tormenta responde ao ultraje reverdescendo tudo e logo multiplicando flores e grãos.

    E o pântano infeliz, na sua desolação, quando se adorna de luar, parece receber o perdão da pai-sagem e a benéfica esperança da oportunidade de ser drenado brevemente, transformando-se em jardim.

    Que é o "Consolador", que hoje nos conforta e esclarece, conduzindo uma plêiade de Embaixadores dos Céus para a Terra, em missão de misericórdia e amor, senão o perdão de Deus aos nossos erros, por intercessão de Jesus?!

    Perdoa, sim, e intercede ao Senhor por aquele que te ofende, olvidando todo o mal que ele supõe ter-te feito ou que supões que ele te fez, e, se o conseguires, ama-o, assim mesmo como ele é.

* * *

    "Não vos digo que perdoeis até sete vezes, mas até setenta vezes sete vezes".
Mateus: 18-22.

    "A misericórdia é o complemento da brandura, porquanto aquele que não for miseri-cordioso não poderá ser brando e pacifico. Ela consiste no esquecimento e no perdão das ofensas".
O Evangelho Segundo O Espiritismo, Cap. X - Item 4.

* * *

    Joanna de Ângelis
    
Florações Evangélicas

 

busca na web: http://www.joannadeangelis.org.br



Escrito por Virgínia Meirim às 12:55:53
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Guarda Paciência

Guarda Paciência

				"Porque Necessitais de paciência,
				para que, depois de haverdes feito a
				Vontade de Deus, possais alcançar
				a promessa." ─ Paulo. (Hebreus, 10, 36)
				
				

Provavelmente estarás retendo, há muito tempo, a esperança torturada.

Desejarias que a resposta do mundo aos teus anseios surgisse, imediata, agasalhando-te o coração; entretanto, que paz desfrutarias no triunfo aparente dos próprios sonhos, sem resgatares os débitos que te encadeiam ao problema e à dificuldade?

Como repousar, ante a exigência do credor que nos requisita?

Descansará o delinqüente, ante a justa reparação à falta cometida?

Sabes que o destino materializar-te-á os planos de ventura, que a vitória te coroará, enfim,  a senda de luta, mas reconheces-te preso ao círculo de certas obrigações.

O lar convertido em forja de angústia...

A instituição a que serves, onde sofres a intromissão da calúnia ou o golpe da crueldade...

O parente a que deves respeito e carinho, do qual recolhes menosprezo e ingratidão.

A rede de obstáculos.

A conspiração das sombras...

A perseguição gratuita, a enfermidade do corpo, a imposição do ambiente...

Se as provas te encarceram nas grades constringentes do dever a cumprir, tem paciência e satisfaze as obrigações a que te enlaçaste!...

Não renuncies ao trabalho renovador!

Recorda que a Vontade de Deus se expressa, cada hora, nas circunstâncias que nos cercam! Paguemos nossas contas com a sombra, para que a Luz nos favoreça!

Em verdade, alcançaremos a concretização dos nossos projetos de felicidade, mas, antes disso, é necessário liquidar com paciência as dívidas que contraímos perante a Lei.

XAVIER, F. C. Fonte Viva, pelo Espírito Emmanuel. Rio de Janeiro: Feb. Cópia da capítulo 129.

 busca na internet: www.ceismael.com.br




Escrito por Virgínia Meirim às 12:11:25
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CARMA E LEI DE AÇÃO E REAÇÃO

 



Carma e Lei de Ação e Reação

Carma é uma palavra sânscrita que significa "fazer", "ser", "agir". Pode-se dizer que é o somatório dos méritos e dos deméritos de cada indivíduo. Ao lado do carma individual, fala-se, também, do carma coletivo, ou seja, há uma espécie de compensação, tanto individual como coletiva, de todos os seres da humanidade.

A Lei do carma é muito mais uma lei de reação do que de ação. Vivemos envoltos com o que fomos no passado. Daquilo que fizemos, segue o que recolheremos.

A Lei de ação e reação, esboçada com o auxílio da Doutrina Espírita, é bem diferente da Lei do Carma: faz-nos refletir sobre o tempo.

Observe uma ação má realizada há 100 anos. Na época atual, ela terá outro peso e outra medida. Nesse sentido, tanto mudam o Espírito obsessor quanto nós mesmos. De modo que raciocinar em termos de lei de talião - olho por olho, dente por dente - não é recomendável. O melhor é pensar que cada boa ação no presente está modificando para melhor a má ação do passado.

Em outros termos, estamos modificando a causa.

Um exemplo clássico no meio espírita é a história retratada pelo Espírito Hilário Silva, no capítulo 20 do livro A Vida Escreve, psicografada por F. C. Xavier e Waldo Vieira, no qual descreve o fato de Saturnino Pereira que, ao perder o dedo junto à máquina de que era condutor, se fizera centro das atenções: como Saturnino, sendo espírita e benévolo para com todas as pessoas, pode perder o dedo? Parecia um fato que ia de encontro com a justiça divina. Contudo, à noite, em reunião íntima no Centro Espírita que freqüentava, o orientador espiritual revelou-lhe que numa encarnação passada havia triturado o braço do seu escravo num engenho rústico. O orientador espiritual assim lhe falou: "Por muito tempo, no Plano Espiritual, você andou perturbado, contemplando mentalmente o caldo de cana enrubescido pelo sangue da vítima, cujos gritos lhe ecoavam no coração. Por muito tempo, por muito tempo... E você implorou existência humilde em que viesse a perder no trabalho o braço mais útil. Mas, você, Saturnino, desde a primeira mocidade, ao conhecer a Doutrina Espírita, tem os pés no caminho do bem aos outros. Você tem trabalhado, esmerando-se no dever... Regozije-se, meu amigo! Você está pagando, em amor, seu empenho à justiça..."


 



Escrito por Virgínia Meirim às 11:26:59
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TENDO MEDO

Tendo Medo

 
    "E, tendo medo, escondi na terra
    o teu talento..." - Mateus, 25, 25.
    


Na Parábola dos Talentos, o servo negligente atribui ao medo a causa do insucesso em que se infelicita.

Recebera mais reduzidas possibilidades de ganho.

contara apenas com um talento e temera lutar para valorizá-lo.

Quanto aconteceu ao servidor invigilante da narrativa evangélica, há muitas pessoas que se acusam pobres de recursos para transitar no mundo como desejariam. E recolhem-se à ociosidade, alegando o medo da ação.

Medo de trabalhar.

Medo de servir.

Medo de fazer amigos.

Medo de desapontar.

Medo de sofrer.

Medo da incompreensão.

Medo da alegria.

Medo da dor.

E alcançam o fim do corp, como sensitivas humanas, sem o mínimo esforço para enriquecer a existência.

Na vida, agarram-se ao medo da morte.

Na morte, confessam o medo da vida.

E, a pretexto de serem menos favorecidos pelo destino, transformam-se, gradativamente, em campeões da inutilidade e da preguiça.

Se recebeste, pois, mais rude tarefa no mundo, não te atemorizes à frente dos outros e faze dela o teu caminho de progresso e renovação. Por mais sombria seja a estrada a que foste conduzido pelas circunstâncias, enriquece-a com a luz do teu esforço no bem, porque o medo não serviu como justificativa aceitável no acerto de contas entre o servo e o Senhor.

XAVIER, F. C.  Fonte Viva. Pelo Espírito Emmanuel. Rio de Janeiro: FEB. Cópia do capítulo 13:

Busca na Internet: http://www.ceismael.com.br



Escrito por Virgínia Meirim às 11:18:54
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Petição e Resposta

Petição e Resposta


Livro: Rumo Certo
Emmanuel & Francisco Cândido Xavier

    Entre o pedido terrestre e o Suprimento Divino, é imperioso funcione a alavanca da vontade humana, com decisão e firmeza, para que se efetive o auxílio solicitado.

    Buscando as concessões do Céu, desistamos de lhes opor a barreira dos nossos caprichos próprios.

    Suplicamos no mundo: Senhor, dá-nos a paz.

    Se persistimos, no entanto, a remoer conflito e ressentimento, cozinhando mágoas e esquentando desarmonia, decerto que a tranqüilidade só encontrará caminho para morar conosco, quando tivermos esquecido as farpas da dissensão.

    Imploramos: Senhor, dá-nos saúde.

    Se continuarmos, porém, acalentando sintomas e solenizando quadros mentais enfermiços, é indispensável que o remédio só terá eficácia, em nosso auxílio, quando estivermos decididos a liquidar com as idéias de lamentação e doença.

    Pedimos: Senhor, dá-nos prosperidade.

    Mas se teimamos em dilapidar o tempo, reclamando contra o destino e hospedando chorosas rebeldias, é forçoso reconhecer que só adquiriremos progresso e reconforto, quando largarmos queixa e azedume, concentrando esforço em melhoria e trabalho.

    Rogamos: Senhor, dá-nos compreensão.

    Se prosseguirmos, entretanto, censurando e criticando os outros, a descortinar faltas alheias, sem cogitar das próprias deficiências, é óbvio que só atingiremos a luz e a segurança do entendimento, quando nos voltarmos sinceramente para dentro de nós mesmos, verificando que somos tão humanos e tão falíveis quanto aqueles irmãos dos quais nos julgávamos muito acima.

    Confiemos em Deus e supliquemos o amparo de Deus, mas, se quisermos receber à Benção Divina, procuremos esvaziar o coração de tudo aquilo que discorde das nossas petições, a fim de oferecer à Benção Divina clima de aceitação, base e lugar.



   
Muita Paz
 
Gilberto Adamatti
 



Escrito por publicado por Virgínia Meirim às 15:51:36
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Encarando os problemas

Encarando os Problemas

Livro: Alma e Coração
Emmanuel & Francisco Cândido Xavier
    De modo geral, um problema surge à frente e consideramo-nos para logo batidos pela aflição.
    Não raro, contornamo-lo através da fuga deliberada.
    Noutras ocasiões, antes de arrostá-lo, resvalamos em desânimo ou rebeldia. E lá se vai a oportunidade de promoção.
    Às vezes, nós - espíritos eternos - perdemos sucessivas reencarnações, simplesmente pelo medo de facear dificuldades justas e necessárias ao nosso burilamento.
    Problemas, no entanto, constituem o preço da evolução.
    Não há conhecimento sem experiência e não há experiência sem provas.
    Em todos os níveis da Natureza prevalecem semelhantes princípios.
    O embrião da planta vive na semente um problema fundamental: como atravessar o envoltório que o resguarda, para construir o seu próprio caminho na direção da luz? A lagarta enfrenta outro: onde encausular-se para ser borboleta?
    Não fossem os desafios e exercícios da escola, a cultura, tanto quanto a civilização, seriam tão somente idéias remotas no campo da humanidade.
    Não te amedrontes ante os problemas que te visitem.
    São eles recursos naturais da existência, medindo-te a capacidade de adaptação e crescimento.
    Nunca te certificarias se possuis bastante reservas de coragem, sem o obstáculo que te ensina a decifrar os segredos da auto-superação, e jamais saberias se realmente amas, sem a dor que te ajuda a desentranhar os mais puros sentimentos do coração.
    Problemas são sinônimos de lição. Se tens o caminho repleto deles, isso significa que chegas à madureza de espírito, com a possibilidade de freqüentar simultaneamente vários cursos de aperfeiçoamento no educandário do mundo.
    Bendize o ensejo de testemunhar a tua abnegação e a tua fé, porque todo momento de compreender e perdoar, auxiliar e edificar, é hora de aprender e tempo de progredir. "
 
Muita Paz
 
Gilberto Adamatti
 



Escrito por publicado por Virgínia Meirim às 23:36:52
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Ninguém passa despercebido

Ninguém passa despercebido

Ninguém passa despercebido

Livro: Técnica de Viver
Kelvin Van Dyne & Waldo Vieira

    O homem irradia o que é e o que faz.

    É visto e conhecido no plano exterior, queira ou não.

    Qualquer deformidade física ou traço particular que apresente são notados de pronto.

    Impressões digitais caracterizam cada pessoa.

    Marcas indicam industriais.

    Estilos revelam escritores.

    Razoável reconhecer que os processos de identificação crescem com a altura do nível evolutivo.

    Escolas realizam testes para situar a vocação dos alunos.

    Consultórios médicos radiografam doentes.

    Falamos numa reunião e os ouvintes passam a conhecer-nos por dentro.

    Lemos um livro e denunciamos as nossas predileções.

    Escrevermos e proporcionamos notícias imediatas da nossa intimidade com as letras ou a distância em que nos achamos delas.

    Ninguém passa despercebido onde se encontre.

    Ocorre o mesmo no mundo espiritual.

    Somos analisados pelos sentimentos que nutrimos, vistos pelos pensamentos e intenções que mostramos, amparados pelos patrocinadores do bem ou manobrados pelos agentes do mal, segundo as ações que pratiquemos ou a influência que arrojemos de nós.

    Somos aproveitados pelas inteligências sublimes que iluminam a vida, no padrão de resistência construtiva que demonstremos aos poderes da sombra.

    Tudo o que se realize no melhor ou no pior tem a base fundamental no espírito de cada um.

    Fácil atestar que podemos e devemos colaborar a benefício do próximo, através de todos os meios corretos ao nosso alcance.

    Caridade por disciplina.

    Benevolência por instituição de auxílio mútuo.

    Fraternidade por organização securitária contra quedas morais.

    Toda vez que se fale em reforma, estejamos convictos de que a reforma essencial em si, a mais importante e urgente de todas, é a renovação de nós mesmos que as próprias Leis Divinas estatuem parta de nós e se faça unicamente por nós.


     

    Muita Paz

    Gilberto Adamatti

    Outras mensagens em http://www.mensagemdeluz.kit.net



    Escrito por publicado por Virgínia Meirim às 23:35:40
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    Nas Conversações

    Nas Conversações

    Livro: Agenda Cristã
    André Luiz & Francisco Cândido Xavier
      Não se irrite com o interlocutor, se não lhe corresponde à expectativa.
       
      Talvez não tenha sido você suficientemente claro na expressão.
       
      Se o interpelado não atende, de pronto, cale as reclamações. É provável que ele seja gago e, se o não for, a descortesia é uma infelicidade em si mesma.
       
      Quando alguém não lhe der a informação solicitada, com a presteza que você desejaria, não se aborreça. Recorde que a surdez pode atacar a todos.
       
      Evite os assuntos desconcertantes para o ouvinte. Todos temos zonas nevrálgicas no destino, sobre as quais precisamos fazer silêncio.
       
      Não pergunte a esmo. Quem muito interroga, muito fere.
       
      Cultive a delicadeza com os empregados de qualquer instituição ou estabelecimento, onde você permaneça de passagem. Sua mente, quase sempre, está despreocupada em semelhantes lugares e ignora os problemas de quem foi chamado a servi-lo.
       
      Seja leal, mas fuja à franqueza descaridosa. A pretexto de ser realista, não pretenda ser mais verdadeiro que Deus, somente de cuja Autoridade Amorosa recebemos as revelações e trabalhos de cada dia.
       
      Se o companheiro lhe fere o ouvido com má resposta, tenha calma e espere o tempo. Possivelmente já respondeu com gentileza noventa e nove vezes a outras pessoas, ou, talvez, acabe de sofrer uma perda importante.
       
      Ajude, conversando. Uma boa palavra auxilia sempre.
       
      Lembre-se de que o mal não merece comentário em tempo algum.

       

     
     

     
    Muita Paz
     
    Gilberto Adamatti
     
     



    Escrito por publicado por Virgínia Meirim às 17:14:18
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    sobre a renuncia

    O Problema da Renúncia

    Livro: Oferenda 
    Joanna de Ângelis & Divaldo P. Franco


        "Quem quer que, tendo posto a mão na charrua, olhar para trás, não está apto para o reino de Deus." (Lucas, 9:62)

      O agricultor diligente padece as injunções do clima áspero, as dificuldades do solo, a adversidade das pragas na sua gleba, a fim de que a sementeira de hoje se faça bênção de colheita futura, renunciando a comodidades e repouso.

      O oleiro toma do barro pegajoso e modela-o, na antevisão da peça de utilidade que surgirá, renunciando à limpeza e ao conforto momentâneos.

      O artesão experimenta a rudeza do trato com o material de que se serve, pensando no objeto que plasma, renunciando à placidez do descanso e da ociosidade.

      O desbravador das terras e mares experimenta as difíceis injunções do meio, pensando nos benefícios futuros do esforço, renunciando à família, à civilização...

      Em todo ideal de engrandecimento humano, a renúncia é impositivo indispensável.

      O problema da renúncia está no significado que se empresta ao móvel central que a inspira.

      Atitude de sabedoria é renunciar ao imediato prazer que passa breve, pela satisfação mediata, que não tem termo.

      Perfeitamente natural, que no empreendimento espiritual se cumpra a exigência da renúncia a determinados objetivos, a fim de lograr mais relevantes metas.

      O homem, no mundo, não poucas vezes vê-se constrangido a renunciar uma aquisição para lograr outra. Significativo é o esforço, quando tomado em função de valores éticos expressivos, evitando frustrações e desaires.

      Renuncia ao amor-próprio, a fim de viveres a fraternidade legítima.

      Renuncia à maledicência, em considerando as próprias ulcerações morais que trazes ocultas.

      Renuncia ao ódio, tendo em vista a necessidade do perdão.

      Renuncia à comodidade, renovando-te pelo trabalho na caridade fraternal.

      Renuncia à inveja, precatando-te contra a loucura.

      Renuncia aos triunfos transitórios logrados a qualquer preço, sobrepondo-lhes as esperanças e consolações espirituais que te aguardam.

      Renuncia ao orgulho antes que te envenenes interiormente.

      Renuncia à sensualidade, edificando no imo o templo ao amor puro.

      Renuncia aos alheios caprichos e retentivas familiares ante o chamado de Jesus e dá-te em regime de abnegação, se possível, de totalidade...

      O homem a tudo renuncia quando adicionado pelas ambições mundanas.

      O patriota segue ao clima da guerra, renunciando aos vínculos da família, buscando preservar a paz.

      Renuncia-se aos liames da consangüinidade quando se inicia a construção de nova família pelos laços matrimoniais.

      Sobrepondo-se à excelência da vida futura, as renúncias do trânsito carnal nada significam, antes constituindo emulação para o labor que se abraça em Espírito.

      Arma-te de coragem e investe tuas forças na renúncia, no silêncio, no trabalho edificante, na ação da caridade e renuncia, renuncia sempre que possível.

      Quem renuncia possui; quem frui deve.

      "Quem quer que, tendo posto a mão na charrua, olhar para trás – asseverou o Senhor – não está apto para o reino de Deus.

      Jesus, o Mestre por Excelência, renunciando aos enganosos e sedutores triunfos da Terra, que O não fascinaram, lecionou que a verdadeira ventura consiste na superação das humanas conjunturas, para demonstrar a grandeza da paz sem conflito e da felicidade sem jaça.



      Muita Paz

      Gilberto Adamatti

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    Escrito por publicado por Virgínia Meirim às 17:13:50
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    Nosso Chico



    Escrito por publicado por Virgínia Meirim às 15:25:38
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    Jovens Difíceis

    JOVENS DIFÍCEIS - Emmanuel


    Terás talvez contigo jovens difíceis para instalar
    convenientemente na vida.
    Inquestionavelmente, é preciso apoiá-los quanto se nos faça
    possível. Capacitemo-nos, porém, de que ampará-los não será traçar-lhes a
    obrigação de copiar-nos os tipos de felicidade ou vivência.
    Claro que não nos compete o direito de abandoná-los a si
    próprios quando ainda inexperientes. Entretanto, isso não significa devamos
    destruir-lhes a vocação, furtando-lhes a autenticidade em que se lhes
    caracteriza a existência.
    Sonharemos para nossos filhos, no Mundo, invejável destaque nas
    profissões liberais com primorosas titulações acadêmicas, mas é possível
    hajam renascido conosco para os serviços da gleba, aspirando a adquirir
    duros calos nas mãos a fim de se realizarem na elevação que demandam.
    De outras vezes ideamos para eles a formação do lar em que nos
    premiem o anseio de possuir respeitáveis descendentes. No entanto, é
    possível estejam conosco para longas experiências em condições de celibato,
    carregando problemas e provas que lhes dizem respeito ao burilamento
    espiritual.
    Às vezes, gritamos revoltados contra eles, exigindo nos adotem o
    modo de ser. Freqüentemente, porém, se isso acontece, acabamos por perdê-los
    em mãos que lhes deslustram os sentimentos ou lhes estragam a vida, quando
    não os empurramos, inconscientemente, para a furna dos tóxicos ou para os
    despenhadeiros do desequilíbrio mental com que se matriculam nos manicômios.
    Compadece-te dos filhos que pareçam diferentes de ti.
    Aceita-os como são e auxilia a cada um deles na integração com o
    trabalho em que se façam dignos da vida que vieram viver.
    Ampara-os sem imposição e sem violência.
    Antes de te surgirem à frente por filhos de teu amor, são filhos
    de Deus, cujo Amor Infinito vela em nós e por nós.
    Ainda mesmo quando evidenciem características inquietantes,
    abençoa-os e orienta-os, quanto possível, a fim de que se mantenham por
    esteios vivos de rendimento do bem no Bem Comum.
    E mesmo quando não te possam compartilhar do teto e se te
    afastem da companhia, a pretexto de independência, abençoa-os mesmo assim,
    compreendendo que todos nós, desde que nos vinculemos à ordem e ao trabalho
    no dever que nos compete, sem prejudicar a ninguém, desfrutamos por Lei
    Divina o privilégio de descobrir qual é para nós o melhor caminho de agir e
    servir, viver e sobreviver.
    De "Na era do Espírito", de Francisco Cândido Xavier e J. Herculano Pires -
    Espíritos Diversos

    Stella

    Paz em Jesus!

    http://groups.msn.com/Alegriaeespiritualidade




    Escrito por publicado por Virgínia Meirim às 13:17:00
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    EXTERIORIZANDO A PAZ

    Exteriorizando a paz

    Livro: Conviver e Melhorar - 14
    Lourdes Catherine & Francisco do Espírito Santo Neto


      Fatores limitantes: Busco a paz interior. Por isso, passo a vida me dedicando a agradar e socorrer os outros; mas, no final, sou sempre mal compreendido e mal interpretado. Ao ser criticado, fatalmente perco a pouca harmonia interna que havia conseguido, e me sinto "um nada". Tenho certa tendência para agir sempre de forma irrepreensível. Por que sou tão vulnerável às opiniões alheias? Estou cansado! O que devo fazer ?

      Expandindo nossos horizontes:

      A paz se exterioriza nos olhos de quem aprendeu a arte de ser sincero consigo mesmo. A meta mais fácil do mundo para se alcançar é ser como somos. A mais difícil é ser como as outras pessoas gostariam que fôssemos. A serenidade interior é conquista de quem possui auto-lealdade.

      A artemísia é uma planta baLsâmica, de gosto amargo e utilizada como remédio.

      O sândalo é uma árvore de madeira resistente, da qual se extrai um óleo empregado em farmácia e perfumaria. Ambos são aromáticos e originários da Ásia, possuem algo em comum, mas têm utilidades completamente diferentes.

      A Natureza refuta a igualdade. Jamais foram encontradas duas flores idênticas; as semelhantes se modificam com o passar do tempo. Até as folhas de uma mesma árvore são desiguais, assim como variável é cada amanhecer.

      Para desfrutarmos a paz verdadeira, precisamos entender que somos um núcleo de vida distinto; vivemos em comunidade, mas sobretudo com nós mesmos. Somente empregando de maneira responsável nossa capacidade de sentir, de raciocinar e de realizar, livre das interferências dos cegos instintos e dos laços de dependência, é que podemos nos apaziguar de modo essencial.

      Não nos reportamos a isso para nos envaidecer ou diminuir os outros, e sim para que tenhamos mais consideração pelo nosso universo pessoal.

      É preciso que nos perguntemos: quem escolhe o que penso e o que sinto? quem determina como vou agir? Cabe-nos, portanto, o domínio de nossa vida, pois falsas identidades podem estar controlando-nos a ponto de desperdiçarmos energias imprescindíveis à nossa harmonia e segurança.

      Dente-de-leão, no folclore da flora silvestre, significa vontade firme e lealdade aos próprios objetivos, por ser capaz de crescer em abundância em todos os períodos do ano, ou em qualquer campo ou terreno. Seu nome vem do francês, "dent-de-lion". Essa flor amarelo-ouro apresenta como semente um talo de pelos brancos e sedosos que o vento dissemina com facilidade; por isso se reproduzem rapidamente.

      Se você procura serenidade, assimile a linguagem de auto-fidelidade que lhe inspiram os dentes-de-leão e, ao mesmo tempo, liberte-se dessa reação exagerada aos desejos dos outros.

      Visualize a tranqüilidade dos ambientes campestres. O vislumbre de uma tarde em lindo campo florido fala de paz a seu coração e o alivia prolongadamente.

      Sua memória está repleta dessas associações, que seu dia-a-dia inquieto e intranqüilo deixa muitas vezes escondido em sua mente.

      Paz é, acima de tudo, harmonia consigo mesmo; em seguida, com os outros. É harmonia com Deus e com a Natureza. Paradoxo é almejar a paz e viver em discordância íntima.

      A Excelsa Criação deu-lhe a habilidade de realização através da Natureza, assim como outorgou às plantas a capacidade de florescer. Nenhuma árvore de sândalo necessita que um botânico lhe diga como produzir sua essência aromatizante. Se você quiser transluzir a paz, seja fiel ao que é, dando ao Planeta os frutos de sua própria natureza.

      A verdade é que, por mais que você se esforce para ser justo e consciente, sempre haverá alguém que interpretará mal seus atos e atitudes. Ninguém consegue agradar a todos.

      Confie em si mesmo, confie em Deus. Apenas Ele maneja os fios invisíveis e infinitos de toda existência humana.

      Você encontrará a paz conscientizando-se de que cada um é uma ferramenta exclusiva e específica da Natureza, circunstancialmente trabalhando na Terra sob o Comando Divino.

     Muita Paz

    Gilberto Adamatti

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    Escrito por publicado por Virgínia Meirim às 13:13:27
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    Pelo espírito de André Luiz

     

    Dez Apontamentos de Paz - André Luiz

    1. Aprenda a desculpar infinitamente para que os seus erros, à frente dos outros, sejam esquecidos e perdoados.

    2. Cale-se, diante do escárnio e da ofensa, sustentando o silêncio edificante, capaz de ambientar-lhe a palavra fraterna em momento oportuno.

    3. Não cultive desafetos, recordando que a aversão por determinada criatura é, quase sempre, o resultado da aversão que lhe impusestes.

    4. Não permita que o egoísmo e a vaidade, o orgulho e a discórdia se enraízem no seu coração, lembrando que toda a idéia de superestimação dos próprios valores é adubo nos espinheiros da irritação e do ódio.

    5. Perante o companheiro que se rendeu às tentações de natureza inferior, deixe que a compaixão lhe ilumine os pontos de vista, pensando que, em outras circunstâncias, poderia você ocupar-lhe a indesejável situação e o lugar triste.

    6. Não erga a sua voz demasiado e nem tempere a sua frase com fel para que a sua palavra não envenene as chagas do próximo.

    7. Levante-se, cada dia, com a disposição de servir sem a preocupação de ser servido, de auxiliar sem retribuição e cooperar sem recompensa, para que a solidariedade espontânea te favoreça com os créditos e recursos da simpatia.

    8. Esqueça a calúnia e a maledicência, a perversidade e as aflições que lhe dilaceram a alma, entendendo nas dores e obstáculos do mundo as suas melhores oportunidades de redenção.

    9. Lembre-se de que os seus credores estão registrando a linguagem de seus exemplos e perdoar-lhe-ão as faltas e os débitos, à medida que você se fizer o benfeitor desinteressado de muitos.

    10. Não julgue que o serviço da paz seja mero problema de boca mas, sim, testemunho de amor e renúncia, regeneração e humildade da própria vida, porque, somente ao preço de nosso próprio suor, na obra do bem, é que conseguiremos reconciliar-nos, mais depressa, com os nossos adversários, segundo a lição do Senhor.
    Stella
    Paz em Jesus!

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    Escrito por publicado por Virgínia Meirim às 13:11:21
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    O quadro negro

    O Quadro-Negro


    Livro: Vinha de Luz - 114
    Emmanuel & Francisco Cândido Xavier


        "Mas tenho-vos dito isto, a fim de que, quando chegar aquela hora, vos lembreis de que já vo-lo tinha dito." - Jesus.(JOÃO, 16:4.)

      Referia-se Jesus aos próprios testemunhos, entretanto, podemos igualmente aplicar-lhe os divinos conceitos a nós mesmos, desencarnados e encarnados.

      Cada discípulo terá sua hora de revelações do aproveitamento individual.

      As escolas primárias não dispensam o habitual quadro-negro, destinado às demonstrações isoladas do aluno.

      À frente do professor consciencioso, o aprendiz mostrará quanto lucrou, sem os recursos do plágio afetuoso, entre companheiros.

      Sobre a zona escura, o giz claro definirá, fielmente, a posição firme ou insegura do estudante.

      E não será isto mesmo o que se repete na escola vasta do mundo? O homem, nas lutas vulgares, poderá socorrer-se, indefinidamente, dos bons amigos.

      O Pai permite semelhantes contactos para que as oportunidades de aprender se lhe tornem irrestritas; no entanto, lá vem "aquela hora" em que a criatura deve tomar o giz alvo e puro das realizações espirituais, colocando-se junto ao quadro-negro das provas edificantes.

      Alguns aprendizes fracassam porque não sabem multiplicar os bens, nem dividi-los.

      Ignoram como subtrair a luz das trevas, somam os conflitos e formam equações de ódio e vingança. Esquecem-se de que Jesus salientou o amor, por máxima glória, em todas as situações do apostolado evangélico e que, mesmo na cruz, depois de receber os fatores da injúria, da perseguição, da ironia e do desprezo, somou-os na tábua do coração, extraindo a divina equação de serenidade, entendimento e perdão.

      Oh! vós, que ides ao quadro-negro das atividades terrestres, abandonai o giz escuro da desesperação! escrevei em caracteres de luz o que aprendestes do Mestre Divino! Revela o próprio valor! Lembrai-vos que instrutores benevolentes e sábios vos inspiram as mãos! Abençoai o quadro-negro que vos pede o giz de suor e lágrimas, porque junto dele podereis conquistar o curso maior!...

      Muita Paz

     
    Gilberto Adamatti
     



    Escrito por publicado por Virgínia Meirim às 16:47:20
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    Não há morte

    Não há Morte

    Livro: Sementes de Vida Eterna
    Joanna de Ângelis & Divaldo Pereira Franco
      Depois que partiram do círculo carnal, aqueles a quem amas, tens a impressão de que a vida perdeu a sua finalidade.
       
      As horas ficaram vazias, enquanto uma angústia que te dilacera e uma surda desesperação que te mina as energias se fazem a constante dos teus momentos de demorada agonia.
       
      Estiveram ao teu lado como bênção de Deus, clareando o teu mundo de venturas com o lume da sua presença e não pensaste, não te permitiste acreditar na possibilidade de que eles te pudessem preceder na viagem de retorno.
      Cessados os primeiros instantes do impacto que a realidade te impôs, recapituladas as horas de júbilo enquanto o pranto verte incessante, sem confortar-te, como se as lágrimas carregassem ácido que te requeima desde a fonte do sentimento à comporta dos olhos, não diminuindo a ardência da saudade...
       
      Ante essa situação, o futuro se te desdobra sombrio, ameaçador, e interrogas como será possível prosseguir sem eles.
       
      O teu coração pulsa destroçado e a tua dor moral se transforma em punhalada física, a revolver a lâmina que te macera em largo prazo.
       
      Temes não suportar tão cruel sofrimento. Conseguirás, porém, superá-lo.
       
      Muito justas, sim, tuas saudades e sofrimentos. Não, porém, a ponto de levar-te ao desequilíbrio, à morte da esperança, à revolta...
       
      Os seres a quem amas e que morreram, não se consumiram na voragem do aniquilamento. Eles sobreviveram.
       
      A vida seria em engodo, se se destruísse ante o sopro desagregador da morte que passa.
       
      A vida se manifesta, se desenvolve em infinitos matizes e incontáveis expressões. A forma se modifica e se estrutura, se agrega e se decompõe passando de uma para outra expressão vibratória sem que a energia que a vitaliza dependa das circunstâncias transitórias em que se exterioriza.
      Não estão, portanto, mortos, no sentido de destruídos, os que transitaram ao teu lado e se transferiram de domicílio.
       
      Prosseguem vivendo aqueles a quem amas.
       
      Aguarda um pouco, enquanto, orando, a prece te luarize a alma e os envolvas no rumo por onde seguem.
       
      Não te imponhas mentalmente com altas doses de mágoas, com interrogações pressionantes, arrojando na direção deles os petardos vigorosos da tua incontida aflição.
       
      Esforça-te por encontrar a resignação.
       
      O amor vence, quando verdadeiro, qualquer distância e é ponte entre abismos, encurtando caminhos.
       
      Da mesma forma que anelas por volver a senti-los, a falar-lhes, a ouvir-lhes, eles também o desejam.
      Necessitam, porém, evoluir, quanto tu próprio.
       
      Se te prendes a eles demoradamente ou os encarceras no egoísmo, desejando continuar uma etapa que ora se encerrou, não os fruirás, porque estarão na retaguarda.
      Libertando-os, eles prosseguirão contigo, prepartar-te-ão o reencontro, aguardar-te-ão...
       
      Faze-te, a teu turno, digno deles, da sua confiança, e unge-te de amor com que enriqueças outras vidas em memória deles, por afeição a eles.
      Não permites mais em termos de "adeus" e, sim, em expressões de "até logo mais".
      * * *
      Todos os homens na Terra são chamados a esse testemunho, o da temporária despedida. Considera, portanto, a imperiosa necessidade de pensar nessa injunção e deixa que a reflexão sobre a morte faça parte do teu programa de assuntos mentais, com que te armarás, desde já, para o retorno, ou para enfrentar em paz a partida dos teus amores...
       
      Quanto àqueles que viste partir, de quem sofres saudades infinitas e impreenchíveis vazios no sentimento, entrega-os a Deus, confiando-os e confiando-te ao Pai, na certeza de que, se souberes abrir a alma à esperança e à fé, conseguirás senti-los, ouvi-los, deles haurindo a confortadora energia com que te fortalecerás até ao instante da união sem dor, sem sombra, sem separação pelos caminhos do tempo sem fim, no amanhã ditoso.

     
     
    Muita Paz
     
    Gilberto Adamatti
     
     



    Escrito por publicado por Virgínia Meirim às 16:44:06
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    O Sacerdote e fazendeiro

    O Sacerdote e o Fazendeiro

    Conta-se que um rico fazendeiro foi queixar-se ao padre da paróquia local, dizendo que as pessoas não o viam com bons olhos porque ele não ajudava as outras pessoas nem contribuía com as obras assistenciais da igreja. E disse ao sacerdote:
    - Ora, todos sabem que quando eu morrer deixarei tudo o que tenho para a igreja e seus pobres.

    O sacerdote, homem sábio, disse ao fazendeiro:
    - Vou lhe contar uma história. A história da vaca e do porco.

    Fez uma pausa e continuou:
    - Um dia o porco foi reclamar com a vaca porque ninguém lhe dava valor.
    Todos o desprezavam. Afinal, disse o porco, eu dôo tudo o que tenho aos homens. Eles consomem a minha carne, usam meus pelos para fazer pincéis, e aproveitam até meus ossos. Mesmo assim sou um animal desconsiderado.
    O mesmo não acontece com você, que dá apenas o leite e é reverenciada por todos, concluiu o pobre porco.

    A vaca, que ouvia com atenção, falou:
    - Talvez seja porque eu dôo um pouco de mim todos os dias, enquanto estou viva, e você só tem utilidade depois de morto.

    O fazendeiro agradeceu ao padre pela lição e se retirou pensativo.



    E você, em que tem contribuído com a sociedade da qual faz parte, enquanto está a caminho?

    A necessidade não aguarda o tempo propício para visitar os desafortunados.
    A carência pede socorro agora, não mais tarde. A necessidade roga mãos caridosas hoje, não amanhã. A ignorância solicita esclarecimento imediato, não num futuro distante.

    Existem tantas frentes de trabalho aguardando mãos dispostas a se movimentar em prol do semelhante, nos mais variados campos de ação.
    Basta boa vontade e disposição.

    http://www.minuto.poetico.nom.br/

    Stella
    Paz em Jesus!

    http://groups.msn.com/Alegriaeespiritualidade





    Escrito por publicado por Virgínia Meirim às 16:39:27
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    sobre o Espiritismo

    O Espiritismo  NUNCA ensinou ou promoveu a prática  do mal e jamais o deseja a alguém. Ao contrário, o Espiritismo SEMPRE estimula, orienta e TRABALHA para o PROGRESSO MORAL  da Humanidade.

     

    Que há de errado em se exaltar a “PAZ e o AMOR” para a Humanidade e para os iguais perante Deus?  Absolutamente NADA!

     

    O Espiritismo tem entre os seus preceitos fundamentais a tolerância e a fraternidade e, principalmente,  entende que todo indívíduo tem o DIREITO LEGÍTIMO de fazer suas escolhas religiosas e jamais ser ofendido por aqueles que nãos as aprovam.

    Infelizmente, ainda há muita falta de informação. O preconceito e as ofensas morais que sofremos por parte daqueles que não aceitam ou não acreditam  são totalmente contrários à Leis Divinas e aos ensinamentos do Cristo. Se há alguém que não segue as orientações do Criador com certeza não somos nós, os espíritas.

     

     

    Virgínia Meirim



    Escrito por publicado por Virgínia Meirim às 07:24:06
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